A Vencer Desde 1893

A Vencer Desde 1893

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História do FC Porto e suas personagens No futebol compete desde sempre na Primeira Liga.

O Futebol Clube do Porto é um clube multidesportivo português sediado na cidade do Porto. Fundado em 1893 por António Nicolau d'Almeida, o clube entrou num período inativo até 1906, data em que é refundado por José Monteiro da Costa. No futebol venceu 26 campeonatos, 4 Campeonatos de Portugal, 16 Taças de Portugal, e um recorde nacional de 19 Supertaças Cândido de Oliveira. Internacionalmente, ve

08/09/2026

🔵⚪ **DIA DE CHAMPIONS NO DRAGÃO!** 🏆

O FC Porto está pronto para receber o **Manchester City** na 1.ª jornada da fase de liga da **Liga dos Campeões**!

🔵⚪ ONZE INICIAL

🧤 **Diogo Costa (cap.)**

🛡️ **Alberto Costa**
🛡️ **Nehuén Pérez**
🛡️ **Jakub Kiwior**
🛡️ **Martim Fernandes

⚙️ Pablo Rosario
⚙️ **Alan Varela**

🎯 Gabri Veiga
🎯 **William Gomes
🎯 Pepê

⚽ André Silva

🔄 SUPLENTES

🧤 Cláudio Ramos
🧤 João Costa
🔵 Luís Gomes
🔵 Francisco Moura
🔵 Souza
🔵 Tiago Silva
🔵 João Teixeira
🔵 **Seko Fofana
🔵 Inbeom Hwang
🔵 Borja Sainz
🔵 Duarte Cunha
🔵 Santiago Gimenez

🏟️ Estádio do Dragão
🕗 20h00
📺 Sport TV5

🔥 **A nossa força está na nossa gente!**
💙 VAMOS, PORTO!💙

VENCER DESDE 1893!** 🔵⚪

08/09/2026

Construir casa em Penafiel f**a mais barato: taxa municipal passa a custar apenas um euro

08/09/2026

Quase 50 mil pessoas foram diagnosticadas com cancros relacionados com os atentados ocorridos há 25 anos

05/09/2026
04/09/2026

Vistam a camisola, aqui entram todos os
Os ainda mais sabem estar juntos, Filha e Pai, com um símbolo único FC Porto

Photos from A Vencer Desde 1893's post 04/09/2026

Tudo pronto pro jogo

FC Porto

30/08/2026

Quando o futebol deixa de ser futebol

caso do Académico de Viseu, a Liga Portugal e a vergonha de impedir um jovem de apoiar o seu clube

Há imagens que dizem mais do que mil palavras.

A fotografia de um jovem adepto do FC Porto, acompanhado pelo seu avô, é uma dessas imagens. Um miúdo que queria apenas viver aquilo que, para qualquer criança apaixonada por futebol, deveria ser um momento inesquecível: entrar num estádio, vestir a camisola do seu clube e assistir, pela primeira vez, a um jogo ao vivo.

Mas, segundo o relato que acompanha esta imagem, foi-lhe exigido que virasse a camisola do avesso para poder entrar no Estádio do Fontelo.

E é aqui que temos de parar.

**Que futebol é este?**

Que ameaça representa uma criança com uma camisola do seu clube?

Que perigo representa um avô ao lado do neto?

Que lógica leva alguém a entender que uma camisola de futebol é suficiente para transformar um simples adepto numa ameaça?

O Académico de Viseu terá justif**ado estas medidas com a classif**ação do encontro como um **“jogo de alto risco”**. Mas será que devemos aceitar tudo em nome dessa classif**ação?

Um jogo de futebol pode exigir segurança. Pode exigir separação de adeptos. Pode exigir policiamento reforçado. Pode exigir regras claras.

**O que não pode exigir é que se retire às pessoas o direito de serem adeptas.**

Um estádio de futebol não pode transformar-se num território onde o adepto é obrigado a esconder o símbolo do clube que ama.

Afinal, para que serve o futebol?

O futebol vive da rivalidade.

Vive das camisolas.

Vive dos cânticos.

Vive das bandeiras.

Vive daquela provocação saudável entre quem apoia cores diferentes.

É precisamente essa paixão que enche estádios e mantém o futebol vivo.

E quando um clube chega a uma divisão superior — depois de décadas a lutar para lá chegar — deveria aproveitar esse momento para mostrar que está preparado para receber o futebol de primeira linha.

Não apenas dentro das quatro linhas.

**Também fora delas.**

Subir de divisão não signif**a apenas jogar contra clubes maiores. Signif**a também assumir responsabilidades maiores.

Signif**a saber receber.

Signif**a respeitar quem chega.

Signif**a perceber que o adepto visitante não é um inimigo.

É parte do espetáculo.

# # # E onde está a Liga Portugal?

É aqui que entra outra questão.

A Liga Portugal não pode limitar-se a organizar competições, vender direitos televisivos e anunciar campanhas de promoção do futebol.

Também tem responsabilidades na defesa daquilo que o futebol deve representar.

Se é verdade que um jovem adepto foi impedido de entrar com a camisola do seu clube e obrigado a escondê-la, então é legítimo perguntar:

**Quem fiscaliza este tipo de comportamentos?**

**Quem protege o adepto?**

**Quem garante que as regras de segurança não são utilizadas de forma desproporcional?**

Porque segurança não pode ser sinónimo de abuso.

E prevenção não pode signif**ar retirar dignidade ao adepto.

Se existiam razões concretas de segurança, que sejam explicadas de forma transparente.

Se existiam regras específ**as para o setor visitante, que sejam divulgadas.

Mas não podemos aceitar que a expressão **“alto risco”** seja utilizada como uma espécie de carta branca para tudo.

Este miúdo não era uma ameaça

Olhemos novamente para a fotografia.

Um jovem.

Uma camisola azul e branca.

Ao lado, o seu avô.

Não vemos uma ameaça.

Não vemos violência.

Não vemos vandalismo.

Vemos aquilo que o futebol deveria continuar a produzir:

**um avô e um neto a partilhar uma paixão.**

E talvez seja precisamente isso que mais incomoda nesta história.

Porque o futebol deveria aproximar gerações.

Deveria permitir que um avô levasse o neto ao estádio e lhe dissesse:

“Foi aqui que comecei a viver o futebol.”

A primeira ida ao estádio deveria ser uma memória para toda a vida.

Não deveria ser a memória de uma camisola escondida.

Ao Académico de Viseu

O Académico de Viseu tem todo o direito de proteger o seu estádio.

Tem o dever de garantir segurança.

Tem o direito de estabelecer regras.

Mas também tem o dever de perceber que **um adepto visitante não deixa de ser cidadão quando atravessa as portas de um estádio.**

E se o clube quer crescer, quer afirmar-se no futebol profissional e quer ser respeitado, terá de perceber que grandeza também se demonstra na forma como se recebe quem pensa diferente.

Não basta querer jogar contra os grandes.

É preciso saber **receber os grandes**.

Porque o futebol não é propriedade de um clube.

Não é propriedade de uma cidade.

E muito menos é propriedade de uma bancada.

O futebol pertence aos adeptos.

Ao jovem portista

A camisola pode ter sido virada do avesso.

Mas a paixão não se vira.

O orgulho não se esconde.

E uma camisola pode f**ar escondida durante 90 minutos.

O coração não.

Um dia, esse jovem vai recordar esta história.

E talvez perceba que, naquele dia, não foi apenas ao futebol.

Aprendeu também uma coisa importante:

que há quem confunda segurança com proibição, rivalidade com hostilidade e futebol com território.

Mas também aprenderá que ser adepto é continuar a apoiar o seu clube, respeitando o adversário, sem nunca abdicar daquilo que é.

E quando chegar a vez de o FC Porto receber o Académico de Viseu no Dragão, que a resposta seja dada da melhor forma possível:

com um estádio cheio, com paixão, com cânticos e com respeito.

Porque é assim que se responde.

Não com medo.

Não com ódio.

Não com violência.

Com futebol.

E que nesse dia ninguém tenha de esconder a camisola.

Porque o futebol português precisa de rivalidade, sim.

Mas precisa ainda mais de **respeito, bom senso e grandeza.

Pequenos clubes podem chegar à primeira divisão.
Mas a verdadeira grandeza mede-se pela forma como tratam quem chega.

E essa grandeza, essa sim, não se conquista numa tabela classif**ativa.

Conquista-se fora das quatro linhas.

FC Porto, Liga Portugal, Académico de Viseu Futebol Clube Polícia Segurança Pública

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