Academia Rosi Carmo.

Como chegar Site Entre em contato com o negócio

Academia Rosi Carmo. Aulas: Zumba, Step, Jump, Aeróbica, Ritmos, Ballet, Jazz, Pilates, Funcional, funcional, localizada. capoeira. treino personalizado

30/09/2026

A pior solidão de uma mulher é ser casada com o "simpatia de rua". Aquele homem que é o cara mais prestativo, sorridente e educado para os amigos e vizinhos, mas que dentro de casa é uma pedra de gelo que não ajuda a lavar um copo. A rua ganha o melhor dele, enquanto a esposa só recebe as sobras do mau humor. Você já teve que conviver com alguém que era um anjo na rua e um peso dentro de casa?

O índice de massa corporal (IMC) é um dos principais indicadores usados na prática clínica para avaliar o peso corporal,...
18/09/2026

O índice de massa corporal (IMC) é um dos principais indicadores usados na prática clínica para avaliar o peso corporal, mas pode não ser o parâmetro mais preciso para estimar o risco de m0rt3. É o que sugere um novo estudo, segundo o qual a combinação entre o acúmulo de gordura abdominal e a força muscular pode ser um indicador mais ef**az desse risco.

A pesquisa, publicada em 22 de agosto no Archives of Gerontology and Geriatrics, acompanhou 5.674 adultos nos Estados Unidos por quase sete anos. Durante o período, 373 participantes morreram. Os pesquisadores observaram que pessoas com maior acúmulo de gordura no abdômen e menor força de preensão manual apresentavam maior risco de m0rt3.

A gordura abdominal foi estimada pelo diâmetro do abdômen. Isoladamente, essa medida não apresentou relação signif**ativa com a mortalidade.

Já a força de preensão foi avaliada de forma proporcional ao tamanho do corpo. Em vez de considerar apenas a força total, os pesquisadores analisaram o quanto ela é adequada para o porte físico de cada pessoa.

Indivíduos com menor força relativa tiveram risco de m0rt3 cerca de 60% maior. Quando essa condição apareceu junto com o excesso de gordura abdominal, o risco foi ainda maior.

Participantes com as duas características apresentaram risco de mortalidade 97% maior em comparação com aqueles sem essas alterações. A associação foi observada mesmo após considerar fatores como idade, renda, hábitos de vida e presença de doenças.

Segundo os autores, o diâmetro abdominal pode indicar melhor a gordura visceral, que se acumula ao redor dos órgãos. Já a força de preensão relativa ajuda a identif**ar fraqueza, inclusive em pessoas com maior massa corporal.

➡ Leia a notícia completa nos stories ou no metropoles.com

📸 Unsplash

18/09/2026

Meu filho me telefonou para pedir que eu parasse de aparecer no apartamento dele, porque a esposa dele “precisava de privacidade”... Eu respondi com uma calma tão limpa que até eu mesma estranhei, dizendo que não iria mais incomodá-los. No segundo em que desliguei, entrei no aplicativo do banco e cancelei a transferência mensal de 1.800 dólares que, havia dois anos, saía da minha conta para pagar a hipoteca daquela casa onde, segundo eles, eu já não tinha sequer o direito de me sentar no sofá da sala.

O telefone tocou às nove da noite, exatamente quando eu dobrava uma mantinha amarela que vinha tricotando, ponto por ponto, para a minha neta.

Na tela, apareceu o nome do meu filho.

“Rodrigo.”

Sorri por costume, por aquele reflexo antigo de mãe que ainda se acende mesmo quando o coração já aprendeu a doer.

Antes, cada ligação dele iluminava alguma coisa dentro do meu peito. Eu imaginava que talvez ele quisesse saber se eu estava bem, se eu precisava de companhia, se queria uma receita minha, um conselho, uma visita simples de filho. Mas, ultimamente, toda vez que Rodrigo me ligava, era para pedir alguma coisa.

Dinheiro para o seguro do carro.

Dinheiro para cobrir a prestação do mês.

Dinheiro para comprar um conjunto novo de sala para Vanessa, sua esposa, porque “na casa dos pais dela, ela estava acostumada com outro padrão.”

Mesmo assim, eu atendi.

“Oi, filho.”

Do outro lado da linha, ouvi uma música suave, o barulho delicado de talheres se tocando e a risada de Vanessa, leve, satisfeita, distante da minha realidade. Provavelmente estavam jantando em algum restaurante caro de Aspen, enquanto eu estava na minha casa antiga em Denver, comendo torrada com café como se aquilo fosse um jantar suficiente.

“Mãe, vou te pedir um favor”, Rodrigo disse, sem um cumprimento direito, sem calor na voz. “Não venha ao apartamento neste fim de semana.”

Fiquei imóvel, com a mantinha pequena presa entre os meus dedos.

“Aconteceu alguma coisa?”

Ele suspirou, como se explicar qualquer coisa para mim fosse um peso difícil de carregar.

“A Vanessa f**a desconfortável. Ela diz que você vai lá demais, que leva comida, que mexe na cozinha, que f**a olhando se está faltando alguma coisa. Ela quer se sentir dona da própria casa.”

Dona.

Repeti essa palavra em silêncio, como se ela tivesse batido contra meus ossos antes de chegar ao coração.

Aquele apartamento havia sido comprado com a entrada que saiu da venda do terreno que meu marido me deixou antes de morrer. A hipoteca era paga, mês após mês, da minha conta, porque Rodrigo me jurou que só precisava de “um empurrão” enquanto crescia na carreira.

Um empurrão que já durava vinte e sete meses.

“Eu entendo”, respondi.

Rodrigo ficou calado, talvez esperando que eu implorasse, que eu pedisse desculpas por amar demais, por cuidar demais, por existir demais dentro da vida dele.

“Mãe, não leva para o lado errado. Você já construiu a sua vida. Agora a gente quer construir a nossa.”

Olhei para a mantinha amarela. Ainda faltava uma manga.

“Claro, filho. Eu não vou mais incomodar vocês.”

“Obrigado. Eu sabia que você ia entender.”

Ele desligou sem perguntar se eu tinha comido.

Sem perguntar da minha pressão.

Sem perguntar da consulta médica que eu havia adiado só para conseguir pagar a prestação deles naquele mês.

Fiquei sentada ali por um tempo, ouvindo o silêncio da minha casa antiga, um silêncio tão grande que parecia ocupar todas as cadeiras vazias ao meu redor.

Eu não chorei.

Quando uma mãe se quebra de uma vez, ela chora.

Mas quando ela se parte aos poucos, ano depois de ano, chega um instante em que nada mais sai. Nem lágrima. Nem grito. Só sobra uma calma fria, dura, quase desconhecida.

Levantei, fui até o meu quarto e tirei de uma gaveta uma pasta marrom onde guardava os documentos importantes. Estava tudo ali, organizado com uma paciência que só uma mulher cansada aprende a ter.

A entrada do apartamento.

As transferências mensais.

As taxas do condomínio.

O seguro.

Até os móveis que Vanessa exibia para as amigas como se tivessem sido comprados com o próprio salário dela.

Abri o aplicativo do banco.

“Transferência agendada: Hipoteca, Apartamento Pines Tower. US$ 1.800. Dia 5 de cada mês.”

Coloquei o dedo sobre cancelar.

O sistema perguntou se eu tinha certeza.

Sim.

Confirmei com a minha impressão digital.

Depois, guardei o novelo de lã, coloquei a mantinha inacabada dentro de uma sacola e fui até o freezer retirar os potes de sopa, caldo e almôndegas que eu havia preparado para levar a eles no domingo.

Um por um, despejei tudo na pia.

Não por raiva da comida.

Mas porque, naquele instante, compreendi que eu não sustentaria mais uma casa onde a minha presença era incômoda, mas o meu dinheiro continuava sendo bem-vindo.

Três dias depois, Rodrigo me ligou às seis da manhã.

Eu não atendi.

Então vieram as mensagens.

“Mãe, por que o pagamento foi recusado?”

“O banco está me cobrando multa por atraso.”

“A Vanessa está chorando, ela disse que isso vai prejudicar muito o nosso crédito.”

“A gente só pediu espaço, não pediu para você parar de nos ajudar.”

Às oito horas, batidas fortes fizeram a minha porta da frente estremecer.

Abri com calma.

Rodrigo estava desgrenhado, a camisa mal abotoada, o rosto tomado por um pânico que eu nunca tinha visto quando era eu quem f**ava sem dormir. Atrás dele vinha Vanessa, com metade da maquiagem feita, segurando uma bolsa de grife contra o peito como se ela pudesse protegê-la da realidade.

“Mãe, o que você fez?”, ele perguntou. “Como você pôde cancelar o pagamento sem nos avisar?”

Olhei para ele.

“Avisar que eu não vou mais pagar por uma casa onde eu sou um incômodo?”

Vanessa apertou os lábios.

“Senhora, não exagere. Uma coisa é a gente querer privacidade. Outra coisa é a senhora deixar a gente se afogar.”

Caminhei até a mesa e coloquei a pasta marrom diante dos dois.

“Então vamos falar com clareza. Aqui estão os vinte e sete pagamentos que eu fiz. A entrada. O seguro. Os móveis. As taxas de manutenção. Tudo.”

Rodrigo engoliu em seco.

“Mãe, nós somos família.”

“Não, filho. Quando você me pediu para não ir mais lá, deixou claro que aquela era a vida de vocês. Eu só estou respeitando o que você pediu.”

Vanessa abriu a pasta e empalideceu ao ver os números, como se cada comprovante tivesse arrancado uma camada da mentira confortável em que ela vivia.

“Mas o apartamento está no nome do Rodrigo...”

“Não completamente”, eu disse.

Puxei a última folha.

O contrato particular de empréstimo assinado pelo meu filho, onde ele aceitava que o dinheiro da entrada não era um presente, mas uma dívida, e que, caso deixasse de me pagar ou negasse a minha contribuição, eu poderia reivindicar legalmente a porcentagem correspondente do imóvel.

Rodrigo ficou paralisado.

“O pai me fez assinar isso antes de morrer...”

Assenti devagar.

“Seu pai conhecia você melhor do que eu queria admitir.”

Vanessa deixou a bolsa cair sobre a cadeira.

“Isso é uma ameaça.”

Olhei para ela pela primeira vez sem aquele afeto forçado que eu sustentava apenas para manter a paz.

“Não, Vanessa. Ameaça foi me dizer que eu era demais em uma casa que eu estava pagando. Isto aqui se chama consequência.”

Naquele exato momento, meu celular tocou.

Era uma mensagem do banco:.....

A mensagem do banco não trazia apenas uma notif**ação; era a confirmação de uma transferência de volta. Um e-mail da assessoria jurídica do próprio banco notif**ando que, por descumprimento das cláusulas do contrato de cessão e garantia do imóvel, o processo de retomada proporcional dos direitos sobre o apartamento havia sido formalmente iniciado.
Rodrigo olhou para a tela do meu celular, que eu mantive virada para ele, e perdeu a pouca cor que ainda lhe restava no rosto.
“Mãe... por favor”, a voz dele finalmente quebrou, perdendo a arrogância dos últimos meses e voltando a soar como a daquele garoto que corria para o meu colo quando o mundo f**ava grande demais. “A gente não pode perder o apartamento. Nós não temos como pagar a hipoteca sozinhos agora.”
“Você tem trinta dias para refinancear a dívida no seu nome e me devolver a entrada, Rodrigo. Ou colocamos o imóvel à venda e dividimos a parte que cabe a cada um”, falei, com a mesma voz serena que usara ao telefone. “Vocês queriam a casa só para vocês. Agora ela é toda sua — com os custos, as responsabilidades e as escolhas que vêm com ela.”
Vanessa tentou ensaiar mais uma reação indignada, mas o silêncio daquela sala antiga parecia pesado demais para a vaidade dela. Sem dizer mais nada, ela pegou a bolsa, virou as costas e caminhou em direção ao carro. Rodrigo ainda ensaiou dar dois passos na minha direção, os olhos supliciantes, mas estendi a mão, parando-o no meio do caminho.
“Não faça isso por desespero, filho. Faça por maturidade”, disse baixinho. “Você pediu distância para construir a sua vida. Comece agora.”
Ele baixou a cabeça, pegou a pasta marrom e saiu, fechando a porta devagar.
Quando o barulho do motor do carro se dissipou na rua limpa de Denver, caminhei até a poltrona. Peguei a sacola no canto da sala, tirei o novelo de lã amarela e voltei a tricotar. Ponto por ponto, fui terminando a última manga da mantinha da minha neta.
Pela primeira vez em vinte e sete meses, o café não parecia amargo e a casa não parecia vazia. Era apenas o meu espaço — pacífico, pago com a minha dignidade e absolutamente protegido.

09/09/2026

Deixa as pessoas acharem que estão nos anos 80. É só uma trend, uma brincadeira, mas talvez ela diga mais do presente do que do passado. Se tanta gente quer voltar no tempo, talvez seja porque o agora anda meio obscuro. Vivemos dias nebulosos, pesados e cheios de certezas que ninguém pediu. Então deixa a IA pintar tudo de rosa neon, colocar brilho, exagero e uma dose de cafonice. Não é negar o mundo, é dar um pequeno descanso para a cabeça. Talvez a nostalgia seja só o jeito mais bonito de dizer que estamos cansados do presente. Porque quando o presente f**a difícil de encarar, a imaginação sempre encontra uma porta de saída e, dessa vez, ela veio em rosa neon.

07/09/2026

Eu tenho uma amiga que é casada e, toda vez que vou na casa dela, fico reparando em umas coisas que me deixam pensando.
Ela faz tudo pro marido.
Mas tudo mesmo.
De manhã, ela levanta e já vai fazer o café dele.
Aí ele pergunta que roupa vai usar e ela vai no guarda-roupa, escolhe a roupa, separa tudo e deixa em cima da cama.
Se ele entra no banho e esquece a toalha, chama ela.
“Amor, pega uma toalha pra mim.”
E ela vai.
No almoço também é assim.
Ela cozinha e ainda faz o prato dele.
Coloca a comida, pega o talher, leva pra ele.
Se ele quer água, chama ela.
Se quer café, chama ela.
Se não acha alguma coisa, chama ela.
Esses dias eu estava lá e falei:
“Amiga, tu não cansa?”
Ela riu e disse:
“Ah, eu já acostumei. Eu gosto de cuidar dele.”
Eu nem quis falar muita coisa, porque a vida é dela.
Mas fiquei pensando.
Uma coisa é fazer um carinho de vez em quando.
Outra é a pessoa não pegar nem a própria toalha.
Aí perguntei:
“Mas quando tu tá cansada ou doente, ele faz essas coisas por ti também?”
Ela ficou meio sem graça e falou:
“Ah, ele é meio desligado pra essas coisas.”
E mudou de assunto.
Não falei mais nada.
Só fiquei com aquilo na cabeça.
Porque às vezes a mulher acha que está só cuidando, mas vai fazendo tanto, tanto, que quando percebe já está resolvendo tudo sozinha.
Queria saber o que vocês acham.
Isso é cuidado, costume ou ela acostumou demais o marido?

Porque o ballet não é apenas sobre aprender a dançar… é sobre viver uma infância cheia de magia, descobertas e momentos ...
31/08/2026

Porque o ballet não é apenas sobre aprender a dançar… é sobre viver uma infância cheia de magia, descobertas e momentos que f**arão para sempre na memória.

Que cada pequena bailarina continue dançando, sonhando e acreditando que pode chegar cada vez mais longe.

31/08/2026

Dia dos Pais com essa aula maravilhosa ♥️💙

31/08/2026

O PIOR MARIDO NÃO É O QUE VAI EMBORA. É O QUE F**A, MAS ABANDONA A ESPOSA DENTRO DE CASA.

Tem mulher casada vivendo emocionalmente como viúva.
O marido está ali.
Dorme na mesma cama.
Come na mesma mesa.
Paga algumas contas.
Mas não conversa.
Não pergunta como ela está.
Não percebe quando ela chora.
Não elogia.
Não abraça sem querer alguma coisa depois.
E ainda acredita que está cumprindo seu papel porque nunca abandonou a casa.
Meu irmão, existe abandono que acontece sem ninguém arrumar as malas.
É quando você abandona emocionalmente quem jurou amar.
Sua esposa não precisa apenas de um homem dentro de casa.
Ela precisa de um companheiro.
Alguém que perceba seu silêncio.
Que saiba quando aquele “estou bem” signif**a exatamente o contrário.
Tem marido que sabe tudo sobre futebol, trabalho, carro, política, internet...
Mas não sabe dizer qual é o maior medo da própria esposa.
Isso deveria assustar.
Porque casamento não acaba somente com uma grande traição.
Às vezes ele vai morrendo em pequenas ausências.
Um jantar sem conversa.
Uma noite virado para o outro lado.
Uma semana sem carinho.
Um mês sem dizer: “Como você está de verdade?”
A Bíblia diz que o marido deve amar a esposa como Cristo amou a Igreja.
Jesus não amou de longe.
Ele se aproximou.
Serviu.
Ouviu.
Cuidou.
Entregou-se.
Então, antes de dizer: “Eu nunca deixei faltar nada dentro de casa”, pergunte:
“Será que está faltando justamente eu?”
Volte a olhar para quem está ao seu lado.
Talvez ela não esteja pedindo luxo.
Talvez esteja pedindo presença.
Porque uma casa cheia de coisas ainda pode ser terrivelmente vazia quando falta amor.

Durante quatro anos, Anthony Fauci ocupou um lugar que poucos funcionários públicos americanos já tiveram. Tornou-se a p...
03/08/2026

Durante quatro anos, Anthony Fauci ocupou um lugar que poucos funcionários públicos americanos já tiveram. Tornou-se a principal autoridade científ**a do governo federal no combate à Covid-19, participou das decisões mais importantes da pandemia e ajudou a formular políticas que alteraram profundamente a rotina dos Estados Unidos e de diversos países.

Fechamento de escolas, restrições a atividades econômicas, campanhas de vacinação, orientações sobre máscaras e distanciamento social. Em praticamente todos esses temas, sua influência foi decisiva.

Agora, encerrada a emergência sanitária, Fauci enfrenta um cenário completamente diferente: em vez de orientar coletivas de imprensa, é chamado ao Congresso para explicar as decisões tomadas durante aquele período.

E foi justamente nesse momento que optou pelo silêncio.

Na audiência realizada no Senado em 29 de julho, o ex-diretor do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas (NIAID) invocou repetidamente a Quinta Emenda da Constituição dos Estados Unidos e recusou-se a responder às perguntas formuladas pelos parlamentares.

🔗 leia a matéria completa
https://www.revistatimeline.com/p/de-autoridade-cientif**a-ao-silencio

12/07/2026

MEDICAMENTOS E SEUS EFEITOS ADVERSOS MAIS COMUNS:

1. Paracetamol → Lesão no fígado em doses elevadas.
2. Ibuprofeno → Dor de estômago, úlceras e lesão nos rins.
3. Diclofenaco → Gastrite, úlceras e aumento do risco cardiovascular.
4. Naproxeno → Dor de estômago, azia e sangramento gastrointestinal.
5. Aspirina → Sangramentos, gastrite e alergias.
6. Tramadol → Sonolência, tonturas, náuseas e risco de dependência.
7. Morfina → Sonolência, prisão de ventre, náuseas e depressão respiratória.
8. Codeína → Sonolência, obstipação e náuseas.
9. Omeprazol → Dor de cabeça, diarreia e deficiência de vitamina B12 no uso prolongado.
10. Pantoprazol → Dor de cabeça, diarreia e deficiência de magnésio no uso prolongado.
11. Esomeprazol → Dor abdominal, dor de cabeça e diarreia.
12. Famotidina → Dor de cabeça, tonturas e prisão de ventre.
13. Domperidona → Boca seca, alterações do ritmo cardíaco (raras) e dor abdominal.
14. Metoclopramida → Sonolência, inquietação e movimentos involuntários.
15. Ondansetrona → Prisão de ventre, dor de cabeça e alterações do ritmo cardíaco.
16. Loperamida → Prisão de ventre e dor abdominal.
17. Lactulose → Gases, distensão abdominal e diarreia.
18. Amoxicilina → Alergias, diarreia e erupções na pele.
19. Clavamox → Diarreia, náuseas e alergias.
20. Azitromicina → Diarreia, náuseas e alterações do ritmo cardíaco.
21. Claritromicina → Náuseas, alteração do paladar e diarreia.
22. Ciprofloxacino → Tendinite, diarreia e tonturas.
23. Levofloxacino → Tendinite, dor muscular e alterações do ritmo cardíaco.
24. Doxiciclina → Sensibilidade ao sol, náuseas e irritação do esófago.
25. Metronidazol → Náuseas, gosto metálico e reação grave com álcool.
26. Cefalexina → Diarreia, náuseas e alergias.
27. Ceftriaxona → Dor no local da injeção e diarreia.
28. Gentamicina → Lesão nos rins e perda de audição.
29. Clindamicina → Diarreia grave e dor abdominal.
30. Nitrofurantoína → Náuseas, dor de cabeça e alteração pulmonar rara.
31. Fluconazol → Náuseas, dor abdominal e lesão hepática rara.
32. Nistatina → Irritação local e náuseas.
33. Aciclovir → Dor de cabeça, náuseas e lesão renal em doses elevadas.
34. Oseltamivir → Náuseas, vómitos e dor de cabeça.
35. Albendazol → Dor abdominal, náuseas e tonturas.
36. Mebendazol → Dor abdominal e diarreia.
37. Ivermectina → Tonturas, náuseas e comichão.
38. Loratadina → Dor de cabeça e boca seca.
39. Cetirizina → Sonolência e boca seca.
40. Fexofenadina → Dor de cabeça e náuseas.
41. Clorfeniramina → Sonolência intensa e boca seca.
42. Salbutamol → Tremores, palpitações e nervosismo.
43. Budesonida → Rouquidão e candidíase oral.
44. Beclometasona → Irritação na garganta e candidíase oral.
45. Montelucaste → Dor de cabeça e alterações de humor (raras).
46. Prednisolona → Aumento da glicemia, ganho de peso e diminuição da imunidade.
47. Dexametasona → Insónia, aumento da glicemia e retenção de líquidos.
48. Betametasona → Afinamento da pele e aumento da glicemia.
49. Hidrocortisona → Retenção de líquidos e aumento da glicemia.
50. Insulina → Hipoglicemia e ganho de peso.
51. Metformina → Diarreia, náuseas e desconforto abdominal.
52. Gliclazida → Hipoglicemia e ganho de peso.
53. Glimepirida → Hipoglicemia e ganho de peso.
54. Losartana → Tonturas e aumento do potássio.
55. Enalapril → Tosse seca e aumento do potássio.
56. Captopril → Tosse seca e alteração do paladar.
57. Ramipril → Tosse seca e tonturas.
58. Anlodipino → Inchaço nas pernas e dor de cabeça.
59. Nifedipina → Dor de cabeça, rubor e inchaço.
60. Hidroclorotiazida → Baixo potássio e desidratação.
61. Furosemida → Desidratação e diminuição do potássio.
62. Espironolactona → Aumento do potássio e aumento das mamas nos homens.
63. Bisoprolol → Cansaço e diminuição da frequência cardíaca.
64. Atenolol → Cansaço e tonturas.
65. Carvedilol → Tonturas e fadiga.
66. Digoxina → Náuseas, alterações visuais e arritmias.
67. Atorvastatina → Dor muscular e alteração do fígado.
68. Rosuvastatina → Dor muscular e alteração do fígado.
69. Sinvastatina → Dor muscular e lesão muscular rara.
70. Clopidogrel → Sangramentos e hematomas.
71. Varfarina → Sangramentos graves.
72. Rivaroxabana → Sangramentos.
73. Apixabana → Sangramentos.
74. Heparina → Sangramentos e diminuição das plaquetas.
75. Levotiroxina → Palpitações e perda de peso se usada em excesso.
76. Metimazol → Diminuição dos glóbulos brancos e alergias.
77. Alopurinol → Erupções na pele e alergias graves (raras).
78. Colchicina → Diarreia e dor abdominal.
79. Diazepam → Sonolência e dependência.
80. Lorazepam → Sonolência e dependência.
81. Clonazepam → Sonolência e tonturas.
82. Alprazolam → Sonolência e dependência.
83. Fluoxetina → Náuseas, insónia e diminuição da libido.
84. Sertralina → Náuseas, diarreia e insónia.
85. Escitalopram → Náuseas e sonolência.
86. Citalopram → Náuseas e alterações do ritmo cardíaco.
87. Mirtazapina → Sonolência e aumento do apetite.
88. Amitriptilina → Boca seca, sonolência e prisão de ventre.
89. Gabapentina → Sonolência e tonturas.
90. Pregabalina → Sonolência, tonturas e inchaço.
91. Levetiracetam → Sonolência e irritabilidade.
92. Carbamazepina → Tonturas, sonolência e alergias.
93. Ácido valpróico → Ganho de peso, tremores e lesão hepática.
94. Fenitoína → Sonolência, aumento das gengivas e tonturas.
95. Tamsulosina → Tonturas e queda da pressão arterial.
96. Sildenafil → Dor de cabeça, rubor e queda da pressão arterial.
97. Finasterida → Diminuição da libido e disfunção erétil.
98. Oxitocina → Contrações excessivas e diminuição da pressão arterial.
99. Sulfato ferroso → Prisão de ventre, fezes escuras e náuseas.
100. Ácido fólico → Náuseas leves e reações alérgicas raras.

⚠️ AVISO IMPORTANTE: Todos os medicamentos podem causar efeitos adversos, mas isso não signif**a que todas as pessoas os terão. Os benefícios do tratamento, quando corretamente indicado por um profissional de saúde, geralmente superam os riscos. Nunca interrompa ou inicie um medicamento por conta própria. Em caso de reações inesperadas, procure imediatamente um médico ou farmacêutico.

Endereço

Avenida Deputado Virgilio De Carvalho Pinto, 267 Planejada I
Bragança Paulista, SP
12922-160

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 06:00 - 22:00
Terça-feira 06:00 - 22:00
Quarta-feira 06:00 - 22:00
Quinta-feira 06:00 - 22:00
Sexta-feira 06:00 - 21:00
Sábado 08:00 - 12:00
Domingo 09:00 - 12:00

Notificações

Seja o primeiro a saber: enviaremos um e-mail para você quando Academia Rosi Carmo. publicar novidades e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado para nenhum outro fim, e você pode cancelar a inscrição a qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Negócio

Envie uma mensagem para Academia Rosi Carmo.:

Atalhos

Compartilhar