Marcella Blume

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30/08/2026

O bebê ainda é minúsculo, a barriga nem apareceu…
mas o seu corpo já está trabalhando à todo v***r.

Depois da implantação, o hCG aumenta rapidamente e ajuda a manter a produção hormonal necessária para sustentar esse início da gestação.

E é justamente nessa fase que muitas mulheres sentem mais cansaço, sono, náusea e aquela sensação de que o corpo simplesmente não está funcionando como antes.

Por isso, não é estranho que o treino também pareça diferente.

Uma carga que antes era confortável pode parecer mais pesada. O cardio pode cansar mais. E talvez você precise reduzir volume, intensidade ou simplesmente respeitar um dia em que o corpo não está entregando igual.

Isso não significa que você “perdeu condicionamento” de uma hora para outra.

Significa que, mesmo sem barriga aparente, seu corpo já está profundamente ocupado em sustentar uma gestação.

E é justamente por isso que, no primeiro trimestre, exercício não precisa ser interrompido, mas pode precisar ser ajustado.

Treinar nessa fase é muito mais sobre entender a resposta do corpo do que tentar manter exatamente a mesma performance de antes.

E como foi ou como está sendo o primeiro trimestre por aí?

28/08/2026

Nem sempre o problema está no exercício em si.
Às vezes, o que precisa mudar é a forma como o corpo está respondendo a ele.

Esse “cone” que aparece no abdômen é um sinal de que, naquele momento, a parede abdominal não está lidando tão bem com o aumento de pressão gerado pelo esforço.

Mas calma: isso não significa que apareceu cone e “está tudo errado”, nem que existam exercícios simplesmente proibidos na gestação.

O que isso mostra é que a prescrição precisa ir além de escolher um exercício.
É preciso observar, avaliar e ajustar.

Foi o que fizemos aqui: mantivemos a proposta do estímulo, mudamos a forma de execução e a resposta do abdômen ficou melhor.

Na gestação, prescrever exercício não é decorar uma lista de “pode” e “não pode”. É entender o custo daquele exercício para aquele corpo e se ele faz sentido naquele momento.

É esse tipo de detalhe que muitas vezes passa despercebido, e que faz toda diferença quando existe orientação individualizada.

Se você deseja esse tipo de cuidado e orientação, acesse o link da minha Bio Marcella Blume | Treinadora de gestantes e me mande uma mensagem pra gente conversar.

25/08/2026

O problema não é usar o taping. É esperar que ele faça sozinho aquilo que depende de função.

No pós-parto, ele pode ser um recurso interessante para oferecer suporte e até melhorar a percepção daquela região. Mas recuperar a função da parede abdominal envolve muito mais: respiração, controle de pressão, capacidade de gerar tensão, postura, força e progressão de carga.

Ou seja: pode fazer parte do processo.
Só não deveria ser vendido como o processo inteiro.

No pós-parto, mais importante do que “juntar” o abdômen ou diminuir a barriga, é devolver a ele a capacidade de responder às demandas da vida real.

24/08/2026

Carol treinou comigo durante toda a primeira gestação de forma presencial e, agora, na segunda, seguimos juntas novamente, só que em um formato semi-presencial.

Nos encontramos uma vez por mês presencialmente e, nos outros treinos, ela recebe toda a programação pelo aplicativo.

No meu acompanhamento, cada treino é planejado de acordo com o momento da gestação, o histórico de treinamento, os sintomas e, principalmente, a resposta daquela mulher ao exercício.

Pelo aplicativo, ela recebe a prescrição completa, com exercícios, séries, repetições e vídeos com orientações de execução, como mostrei um pouquinho no vídeo.

E o acompanhamento não termina quando o treino é enviado. A resposta aos exercícios, a evolução das cargas, as adaptações necessárias ao longo das semanas e as mudanças que naturalmente acontecem durante a gestação vão direcionando os próximos passos.

Por isso, não existe uma ficha pronta de treino para gestantes. Existe uma mulher, uma gestação e uma prescrição que precisa acompanhar as duas.

Se você deseja um acompanhamento individualizado para viver uma gestação segura e saudável, acesse o link da bio Marcella Blume | Treinadora de gestantes e me mande uma mensagem. Será um prazer te acompanhar.

22/08/2026

A ideia de que “quando a mãe treina, o bebê também ganha músculos” ainda é uma hipótese, e não significa que o bebê esteja fazendo hipertrofia dentro do útero. Mas existe uma fisiologia muito interessante por trás disso.

O exercício materno modifica o ambiente intrauterino, influencia a placenta e ativa sinais metabólicos que podem participar do desenvolvimento do músculo fetal.

E, para além dessa hipótese, já temos evidências mostrando benefícios do exercício materno sobre diferentes aspectos do desenvolvimento fetal e neonatal, incluindo função cardiovascular e desenvolvimento neuromotor.

Ou seja: quando uma gestante treina, as adaptações não acontecem apenas no corpo dela.

O ambiente em que esse bebê está sendo construído também responde ao exercício.

E você sabia disso? Achou interessante?

21/08/2026

O problema desse comentário é concluir que uma mulher está sendo “irresponsável” sem conhecer sua história, sua gestação, sua experiência ou o contexto daquele treino.

A prescrição do exercício na gestação envolve, sim, avaliar riscos e benefícios. Mas isso é muito diferente de olhar alguns segundos de um vídeo e decidir o que aquela mulher deveria ou não estar fazendo.

Talvez uma regra possa servir para todo mundo:

não transforme uma opinião não solicitada em julgamento sobre o cuidado de outra mulher.

Boa sexta🙂!

20/08/2026

Durante a gestação, o abdômen não deixa de ter função porque está se modificando.

Muito pelo contrário, ele continua precisando responder às demandas do movimento, da carga e do aumento de pressão que acontecem durante o treino, e também no dia a dia.

Por isso, quando observo uma gestante treinando, eu quero ver se ela consegue respirar, gerar tensão quando precisa, controlar a pressão e manter uma boa resposta abdominal conforme a demanda aumenta.

E isso também precisa ser treinado.

Porque preparar o abdômen durante a gestação não é só pensar em diástase.

É pensar em função, suporte, movimento e nas demandas que ainda virão no parto e no pós-parto.

19/08/2026

No início da gestação, a fome pode aumentar porque o corpo está gastando muita energia para sustentar todas as adaptações dessa fase.

E a glicose é um combustível importante nesse processo.

Mas isso não significa que a resposta deva ser simplesmente comer mais carboidrato.

A ideia é atender essa maior demanda energética com estratégia para evitar ganho de peso excessivo.

Porque, mais adiante na gestação, a resistência à insulina naturalmente aumenta.

E chegar nessa fase com uma boa saúde metabólica também faz parte da prevenção da diabetes gestacional.

E fazer isso com acompanhamento nutricional especializado é fundamental.

E agora me conta aqui nos comentários: você também sentiu essa maior vontade por carboidratos no início da gestação? E qual foi o alimento que você mais sentiu vontade de comer?

Endereço

Gonçalves, MG

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